terça-feira, 20 de junho de 2017

HOJE E ESTE POVO





Hoje
É como o calor.
Imenso,
Um sol indecifrável,
Impossível de ler
Uma onda de calor indiscritível.
Hoje
É a miséria do acreditar
Do crédito humano
Da Corrupção activa.
De um povo morto, sem razão.
Existe razão!
A razão da Besta.
O penar do disfarce
A atitude dos inadmissíveis.
Dói-me a Alma lusitana
A Alma que tenho impregnada
Neste corpo Luso.
Dói-me a frieza dos corruptos
A morte por dinheiro,
A diversidade fingida
De um futuro tão alcançável!
Fico mais que triste.
Tento não chegar ao ódio
Porque tenho crescido como Homem.
Não quero ódio, mesmo que
Tenha toda a razão para o usar
Porque é fácil essa desculpa.
Dói-me um país encapuçado.
Uma auréola pintada
Com um sabor saudável que não existe.
São mais umas cervejolas,
Um jogos de futebol
E uma visita Papal.
É triste !



20JUNHO2017